A última live do curso Voo do Empreendedor terá a participação dos profissionais Alexandre Barros e Genésio Júnior. Eles trabalham em um dos maiores centros de inovação e empreendorismo do país, o Parque Tecnológico de São José dos Campos. No próximo dia 13 de julho, segunda-feira, às 20 horas, eles falarão sobre suas experiências e aprendizados à frente de uma startup, no canal Invozes, no Youtube.
A conversa terá também a participação do diretor de educação do INVOZ, Fábio Segre, e será mediada pelo jornalista Fabiano Porto, cofundador e presidente do Instituto Regeneração Global (IRG). Eles irão avaliar os resultados das 19 videoaulas de Ozires Silva, fundador da Embraer, que foram divididas em quadro módulos temáticos.

“Durante os módulos, dois conceitos me ajudaram a perceber uma nova perspectativa: um líder dever ser capaz de trabalhar com os ‘nãos’ e a importância de transferir a crença do empreendedor para sua equipe de trabalho. No meu caso, a minha startup nasceu da crença de que é possível incrementar a relação tutor e gato com auxilio da tecnologia. Além disso, todos meus primeiros colaboradores, fornecedores e parceiros, se aproximaram por acreditarem nessa crença”, afirma o empresário.
Outro convidado é o Alexandre Barros, gestor de empreendedorismo e inovação do Parque Tecnológico e atualmente Head do Nexus – Hub de Inovação. Ele explica que é um programa que acompanha empreendedores desde a ideia no papel até a consolidação das startups, em busca de um crescimento exponencial.
Sobre a “Cidade Tecnológica”
O Parque Tecnológico, criado em 2006, como uma primeira iniciativa da Prefeitura Municipal de São José dos Campos para estimular o desenvolvimento econômico e social da região.
Um projeto imobiliário estruturado como ambiente de inovação que reúne academia empreendedora, o setor produtivo e o governo. Realiza negócios, pesquisa e desenvolvimento por meio de atividades focadas em ciência, tecnologia e inovação.
O local abriga mais de 300 empresas e instituições de vários segmentos da economia, saúde, automotivo, energia, óleo e gás, têxtil, transporte, entre outros.
“É um programa com foco em empreendedorismo, mas principalmente em aplicar tecnologias e negócios. Por isso que o Parque é constituído não só por empresas, mas também por instituições e principalmente por universidades.”, conclui Alexandre Barros.
Segundo a Prefeitura de São José, o Parque Tecnológico ganhará uma espécie de extensão batizada de “Cidade Tecnológica”. O projeto é da iniciativa privada e deverá formar um futuro bairro, que será uma espécie de extensão do Parque em termos de serviços, infraestrutura empresarial e áreas residenciais. Ainda segundo a Prefeitura, o investimento para atender a demanda do setor de inovação chegará a R$70 milhões.

